Jornalista Míriam Leitão é eleita para ABL
Entre amigo
Aos 101 anos, Celso Barros anuncia novo livro
O ex-governador e escritor Wilson Martins participou hoje (13), da sessão ordinária da Academia Piauiense de Letras, onde apresentou e autografou sua obra Bacia do Canindé aos acadêmicos.
RECIFE
A obra do Acadêmico e escritor Carlos Nejar será lembrada na próxima terça-feira, dia 16 de abril, às 16h
Roseana e Ziraldo
Acadêmicos presentes à conferência do governador sobre o futuro do Piauí
PROJETO POÇO FUNDO E/OU CANTÃO EM BATALHA – (III)
Padre Vieira explicava que não havia contradição entre os dois termos, pois se era madrugada e ainda não era dia, já nascera o Sol, que era o Senhor Ressuscitado.
Vez por outra a censura baixa nem nosso país e autores têm suas obras recolhidas sobretudo das nossas escolas.
Em um momento histórico para a literatura e cultura brasileiras, Ailton Krenak, renomado ambientalista e escritor, será o primeiro indígena a ingressar na Academia Brasileira de Letras (ABL).
Magno Pires assume interinamente a presidência da APL
A obra “Marquês de Paranaguá”, do empresário, advogado e acadêmico Valdeci Cavalcante, foi lançada sábado (30/03), em Oeiras.
Resistência à Sombra da Ditadura
Odylo e o Jornal do Brasil
A Academia Brasileira de Letras dá sequência ao seu ano acadêmico com um ciclo que contempla a obra poética de cinco Acadêmicos da casa: Geraldo Carneiro, Antonio Carlos Secchin, Gilberto Gil, Marco Lucchesi e Carlos Nejar.
Primeiro indígena a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras (ABL) desde sua fundação, em 1897, Ailton Krenak fez, semana passada, com o figurinista Marcelo Pies, a prova do seu fardão para a posse na próxima sexta-feira, dia 5 de abril.
A Academia Piauiense de Letras participou da segunda edição do Salão do Livro de Pedro II, ocorrido entre os dias 22 e 24 de março, em Pedro II, com stand, oficinas e palestras.
Em todo o Mundo se vê a aplicação da tese de Lênin e a derrota da fórmula de Hobbes. Por toda parte vemos a violência ser adotada como instrumento da política e os Estados serem usados para incutir o medo da morte violenta.